quinta-feira, 25 de junho de 2015

Atleta Felipe Franco divulga vídeo com seu treino de bíceps

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sexta-feira, 19 de junho de 2015

Tire todas as suas dúvidas sobre termogênicos

As promessas são muitas, mas, como todos suplementos, eles têm de ser encarados como coadjuvantes inseridos em uma rotina de treino pesado, muito suor nos exercícios cardiovasculares e alimentação regrada. Ninguém duvida que os termogênicos funcionem no auxílio à queima de gordura corporal. Porém, toda a informação é pouca quando se trata de produtos que não são, literalmente, para qualquer um. A primeira dificuldade quando decidimos tomar termogênicos aparece na prateleira das lojas de suplementos. Afinal, há vários tipos, com nomes atrativos e embalagens diferenciadas. Contudo, o que deve chamar a atenção é o princípio ativo do produto. É fácil identificá-lo: de acordo com regulamentação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), a substância presente em maior quantidade no produto – e isso vale tanto para suplementos, quanto para qualquer alimento que você encontra no supermercado – deve aparecer em primeiro lugar na listagem de ingredientes dentro do quadro de informações nutricionais. A nutricionista especializada em esporte Miriam Loiola explica o que significa cada uma das especificações que você vai encontrar nas embalagens das prateleiras: - Citrus aurantium: o princípio ativo é a Sinefrina, que tem ação semelhante à Epinefrina quanto ao aumento de disposição física e mental, porém sem os mesmos efeitos colaterais cardiovasculares negativos. - Guaraná: o princípio ativo é a Cafeína, com ação vasodilatadora, termogênica, estimulante do sistema nervoso central, aumentando a concentração e a disposição física e mental. - Chá verde: o princípio ativo é o EPCG, com ação antiinflamatória, antioxidante, termogênica e redutora de gordura corporal. - Pimenta vermelha: o princípio ativo é a Capsaicina, com ação vasodilatadora e termogênica. De acordo com a nutricionista esportiva e consultora de SuperTreino Érica Zago, é preciso ficar atento aos produtos disponíveis no mercado. “A única substância permitida no Brasil com o apelo ‘termogênico’ é a Cafeína. Assim, os suplementos com demais substâncias e alegações de termogênse não são legais, embora sejam facilmente encontrados no mercado. Infelizmente, nem todos os produtos têm seus rótulos traduzidos fielmente ou suas fórmulas totalmente descritas, já que em outros países estas regras não são tão severas quanto no Brasil”, avisa. São dois os problemas ao ingerir produtos que não são legalizados no País. Primeiramente, para quem está se preparando para competições, isso aumenta – e muito – o risco de doping. Além disso, se o governo não permite uma substância X, é porque não pode garantir a segurança de sua ingestão. “No momento da escolha, o profissional prescritor e o usuário devem ter total confiança no fabricante e no produto, a fim de evitar possíveis problemas como doping, aumento da frequência cardíaca e pressão arterial, tremores, aumento importante da sudorese, disfunções hormonais e até depressão. Na presença de qualquer um destes fatores, é melhor interromper o uso”, avisa Érica. Outro dado a ser observado, segundo a profissional, é a quantidade de Cafeína utilizada. “Após muitas certificações em relação aos seus mecanismos de ação, a Cafeína foi liberada para comercialização no Brasil em doses de até 420mg (o que significa 6mg por quilograma para uma pessoa de 70kg). A associação de Cafeína pura com outras substâncias também não é permitida.” Utilizando os produtos corretos e adotando uma dieta e exercícios que caminhem para o mesmo objetivo, diminui-se muito o risco de voltar a engordar, como explica o nutricionista esportivo Rodolfo Peres. “Muito se questiona se, ao cessar o uso de um suplemento que auxilie na queima de gorduras, existe a tendência do indivíduo recuperar o peso perdido anteriormente. Isto normalmente ocorre quando se administra medicamentos anorexígenos para se perder peso. Visto que ao cessar o uso de um desses medicamentos, a pessoa tende a aumentar seu apetite abruptamente, recuperando parte, ou até mesmo totalmente, o peso perdido. No caso dos suplementos citados, eles não exercem efeito significativo no controle do apetite, sendo que este efeito indesejado não ocorreria. Qualquer um pode tomar? Não é por acaso que existe o tal café descafeinado: Cafeína é uma substância que deve ser evitada por certos grupos de pessoas. Se pensarmos que as dosagens dessa substância nos termogênicos são muito maiores do que no cafezinho nosso de cada dia, dá para entender por que não se trata de um produto que pode ser usado indiscriminadamente. “Seu efeito estimulante é amplamente conhecido, mas a individualidade é um fator importante. Pequenas doses podem ter efeito estimulante para algumas pessoas, como um cafezinho, que tem por volta de 40mg de Cafeína”, lembra Érica, destacando que essa quantidade não seria nem suficiente para desencadear o processo de queima de gordura. “O efeito ergogênico da Cafeína (maior utilização de gordura como substrato energético e economia do glicogênio) aparece em doses entre 3 e 6 mg/kg de peso corporal.” Assim, a recomendação da profissional é testar as dosagens às quais seu corpo se adapta melhor. “Efeitos adversos como aumento da frequência cardíaca, ansiedade e insônia podem ocorrer.” O problema maior acontece em determinados grupos de pessoas, como explica Miriam. “A Cafeína, em altas dosagens, pode causar sintomas como tontura, dores de cabeça, náuseas, aumento da pressão arterial, insônia, fraqueza e tremores, especialmente em cardiopatas, hipertensos ou indivíduos que tomam medicamentos psicotrópicos.” Peres endossa o alerta. “Pessoas com hipertensão devem ficar atentas à composição dos ‘termogênicos’ visto que alguns produtos são riquíssimos em Cafeína, uma substância que pode auxiliar na elevação da pressão arterial em pessoas com propensão. A mesma recomendação de cautela vale para pessoas com arritmia cardíaca, histórico de depressão, transtorno bipolar e outras desordens psicológicas. Uma dica preciosa é ficar longe dos produtos que não possuem autorização da Anvisa para serem comercializados.” Como consumir? Engana-se quem pensa que termogênico é apenas coisa de quem quer emagrecer. Estes produtos também são utilizados por pessoas que querem se sentir mais dispostas. Com isso, as dosagens e formas de uso variam. “A forma de consumo dos termogênicos depende do objetivo. Por exemplo: se o indivíduo deseja acelerar o metabolismo basal e, com isso, favorecer a redução de peso, deve-se consumir até atingir o resultado desejado. Porém, caso a meta seja prioritariamente aumentar a disposição física e mental, o termogênico deve ser utilizado apenas nos momentos necessários”, explica Miriam. No caso do objetivo de perda de gordura, Érica Zago recomenda variar as dosagens. “Como nosso organismo pode se adaptar com estas quantidades, aconselha-se iniciar a suplementação com dosagens menores, especialmente naquelas pessoas que não têm o hábito de utilizar Cafeína (cafés, refrigerantes, bebidas energéticas, chocolate). Com o passar do tempo, pode-se aumentar a dose até os 420mg diários. Seria interessante interromper o uso frequente, a fim de não aumentar as necessidades.” Mas vale sempre lembrar que termogênico não é santo milagreiro. Sendo um suplemento, ele atua em conjunto com uma dieta balanceada – o que não significa fazer cortes drásticos em macronutrientes – e exercícios físicos. Tudo tem de trabalhar para o mesmo objetivo, não adianta ficar dando tiro para todos os lados. “O termogênico não substitui a dieta equilibrada e os exercícios físicos, apenas serve de auxiliar na redução de peso, devido ao efeito de aumentar o gasto energético total do dia. Para tanto, para o emagrecimento surgir de fato, o déficit energético é o maior responsável”, avalia Miriam. “Nenhum suplemento é capaz de substituir dieta e treinamento”, concorda Érica. “A Cafeína, substância extensamente estudada, pode aumentar o metabolismo de repouso em até aproximadamente 30%, ou seja, inclusive sem a prática de atividade física o organismo estaria gastando mais calorias.” “Vale ressaltar que o mais importante é o indivíduo ter em mente a necessidade de uma alimentação adequada associada à atividade física ser mantida mesmo após a obtenção dos resultados almejados”, lembra Peres. “Somente desta forma os resultados obtidos não serão perdidos. A administração destes produtos não fará qualquer tipo de milagre se o indivíduo não mudar os hábitos alimentares e mantiver um treinamento adequado em conjunto.” Falando em dieta como auxiliar na queima de gordura, a dica de Érica é apostar na proteína. “Trata-se de um alimento mais termogênico que os demais, uma vez que sua metabolização requer maior gasto energético. Gastamos entre 20 e 30% das calorias provenientes das proteínas em seu metabolismo.” Mais um item para entrar na lista pró-definição. Peres segue a mesma linha. Para o profissional, mais do que um produto milagroso, quem está em busca de um corpo rasgado deve atacar em várias áreas, desde a alimentação em si, passando pelo treinamento e pela orientação de um nutricionista. “Suplementos de vitaminas e sais minerais, suplementos proteicos (Whey Protein, mixprotéicos, etc.) e anti-catabólicos (BCAAs, Glutamina, Hmb, etc.), também podem ser utilizados com sucesso em um programa visando definição muscular, uma vez que para preservar a massa muscular magra em uma dieta hipocalórica é interessante manter uma dieta rica em proteínas. Sempre lembrando que a escolha da suplementação adequada deve preferencialmente ser determinada com o acompanhamento de um nutricionista esportivo. A individualidade biológica deve ser respeitada, sendo que a posologia, horários e produtos a serem administrados devem ser escolhidos após minuciosa avaliação de um profissional habilitado.” E as soluções naturais? Os mais atentos perceberam que muitos dos princípios ativos já descritos também podem ser encontrados ao natural, fora de cápsulas e afins. A diferença dos produtos que ganham o título de termogênicos e substâncias como o chá verde, a pimenta vermelha, o gengibre e a canela em separado é basicamente a concentração: não dá para garantir que você estará ingerindo a quantidade necessária para causar o efeito de aumento do metabolismo desejado. “Os suplementos nutricionais termogênicos industrializados já são produzidos a partir de ingredientes naturais, como extratos alimentícios concentrados nos respectivos princípios ativos. Portanto, seus resultados quando comparados aos alimentos termogênicos não são possíveis de serem mensurados, pois dependem de vários fatores como: concentração do princípio ativo, quantidade a ser tomada, frequência de consumo, sensibilidade individual aos componentes da fórmula, etc.”, explica Miriam. Além dos termonêgicos, há no mercado outros produtos que prometem ajudar no emagrecimento. Os mais famosos são o CLA e a L-Carnitina. Porém, sua eficácia ainda não está totalmente comprovada por meio de pesquisas – e, de acordo com o nutricionista esportivo Rodolfo Peres, será muito difícil que isso ocorra um dia. “Muitos profissionais ficam aguardando a apresentação de um estudo com cobaias humanas para assegurar a eficácia do produto. A meu ver, o controle de um estudo como este é dificílimo, para não dizer impossível. Como controlar ao longo de algumas semanas exatamente o que cada indivíduo participante do estudo consome de alimentos, pratica de atividade física, além das características genéticas e metabólicas? E se um indivíduo com um metabolismo impressionante estiver participando do estudo? E se outro indivíduo ‘burlar um pouquinho’ a dieta e mentir para o pesquisador? São inúmeras as limitações que fica difícil até de apresentar todas”, explica o profissional. De acordo com Peres, analisando-se a bioquímica da suplementação do CLA, se observa um melhor controle dos níveis de Insulina, ativação do tecido adiposo marrom – auxiliando na redução da gordura abdominal, aumento na atividade da lipase e melhora do perfil lipêmico (colesterol, triglicerídeos, etc.). “Estes efeitos resultariam como um auxílio no aumento da ‘queima de gordura’ e, em menor instância, no aumento da massa muscular. Mas não precisamos de nenhum estudo para comprovar que o indivíduo que está usando CLA sem ter ajustado anteriormente seu treinamento e sua dieta, não terá resultado algum!” Outro suplemento, cujo uso foi moda há alguns anos, mas que continua sendo utilizado, é a LCarnitina. Ela atua como um transportador dos ácidos graxos até a mitocôndria, dentro da célula, onde seria metabolizado como energia. “Ou seja, partindo-se do princípio de que quanto mais L-Carnitina você tiver no organismo, mais gordura irá ‘queimar’, a suplementação com LCarnitina parece ser fantástica. Mas na prática, isso não ocorre. A suplementação com este produto só é interessante para aqueles indivíduos que apresentam uma baixa ingestão de L-Carnitina, como vegetarianos estritos, por exemplo”, explica Peres. Isso porque a substância é obtida na alimentação por meio do consumo de carnes, peixes, ovos e leite. Matéria originalmente publicada na edição 52 da Revista SuperTreino. Créditos: Editora Multiesportes.
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quinta-feira, 18 de junho de 2015

terça-feira, 16 de junho de 2015

Os benefícios da toxina botulínica na Odontologia

A toxina botulínica mais conhecida por seu nome comercial Botox tem seu uso cada vez mais intensificado nos problemas odontológicos. A toxina se liga aos terminais nervosos dos músculos e a substância impede que a acetilcolina seja liberada para promover a contração. O cirurgião #dentista com treinamento e conhecimento em Botox atua somente terapeuticamente, deixando a estética para a medicina. O #Botox pode ser utilizado para problemas de #ATM #bruxismo e briquismo, cefaléia de origem odontológica, correção de sorrisos muito altos (gengival) , correções de papila gengival e até mesmo em tratamento ortodôntico. Os resultados aparecem de 2-7 dias e em 15 dias chega ao ápice, tendo uma duração média de 3-6 meses. Em geral, a “toxina botulínica” é um tema que divide opiniões: há aqueles que se manifestam contra e os que se declaram a favor da sua utilização, principalmente se pesquisarmos pelo conteúdo na internet. Acontece que, sobretudo devido à popularização do acesso à rede, com cada vez mais pessoas tendo a oportunidade de se apropriar dos meios de comunicação virtuais para expressar as suas próprias opiniões, impressões e experiências, encontramos muitas publicações a respeito da toxina botulínica sob diferentes pontos de vistas, muitas vezes apresentando informações tão contraditórias umas às outras que acabam surpreendendo o leitor. Embora o objetivo seja a busca pela informação, ele pode se deparar com um verdadeiro excesso de “desinformação”, já que nem sempre esses registros são assinados por especialistas da área – ou seja, por aqueles que, de fato, detêm o conhecimento necessário para abordar o assunto com muito mais propriedade. Em relação ao que é a toxina botulínica – ou “proteína botulínica” –, bastante conhecida pela sua aplicação nos tratamentos médicos estéticos para a atenuação de rugas dinâmicas da face, trata-se de uma neurotoxina de origem bacteriana de alta especificidade, cuja administração é extremamente segura, se respeitados as suas indicações e protocolos. Sobre a sua origem, especificamente, refere-se a uma substância secretada pelas bactérias Clostridium botulinum e Clostridium parabotulinum, que, por sua vez, são microrganismos presentes na natureza. E, em sendo uma “neurotoxina”, ela age diretamente no sistema nervoso, determinando a ocorrência de paralisias ou contraturas musculares no nosso corpo, descobrindo-se, a partir destes efeitos, as suas possibilidades terapêuticas em relação a algumas patologias, desde que utilizada em quantidades corretas. Na região em que é injetada, a toxina botulínica age bloqueando a liberação da acetilcolina – um químico neurotransmissor que transporta mensagens entre o cérebro e as fibras musculares. Uma vez que a acetilcolina está bloqueada, sem que as fibras recebam ordens para se movimentar, impede-se a contração das células musculares. Entre os tratamentos para os quais a área médica a aplica, assegurando a qualidade de vida de muitos pacientes, constam distúrbios como a espasticidade e distonias. No primeiro distúrbio, uma sequela de lesões do sistema nervoso central desencadeia a contração involuntária, violenta e súbita dos músculos, podendo ser originada, por exemplo, por um traumatismo craniano, derrame ou paralisia cerebral; já no segundo, em decorrência dessa contrição – que tanto pode ser ocasionada devido a lesões do sistema nervoso central como também por lesões medulares –, o tônus muscular sofre um descontrole e/ou distorção, dificultando, assim, a realização de movimentos, bem como provocando uma alteração na postura. Além desses dois exemplos, existem outras doenças em relação às quais a eficiência da toxina botulínica vem sendo analisada. E, entre as várias marcas que a disponibilizam, as principais são o “Botox”, fabricado pela Allergan. A Toxina Botulínica, famoso Botox®, conhecida por disfarçar rugas de expressão e flacidez no rosto, é utilizada também no tratamento odontológico para a resolução dos casos de sorriso gengival, tratamento do bruxismo e dores de cabeça de origem odontológica, dentre outros. “A Toxina Botulínica é mais um recurso terapêutico que a odontologia dispõe para solucionar problemas”, afirma Tatiane Marega, coordenadora do curso de Especialização de Pacientes com Necessidades Especiais e de Capacitação em Toxina Botulínica na Odontologia da Faculdade São Leopoldo Mandic.A especialista explica que a Toxina Botulínica age paralisando o músculo que está em hiperfunção, devolvendo-lhe o estado de normalidade. O procedimento é seguro e não há nenhum comprometimento motor da boca. “É um tratamento simples, eficiente, feito em dez minutos com agulha fina – como a usada para aplicar insulina – e com alto grau de satisfação relatado pelos pacientes”, salienta.Para o bruxismo, por exemplo, a toxina botulínica ajuda tanto os pacientes que rangem quanto os que apertam os dentes. A substância é aplicada de cada lado da face, nos principais músculos da mastigação para fazê-los perderem a força excessiva. “É um tratamento novo que vem apresentando resultados incríveis, ideal para quem não quer mais dormir com a placa protetora nos dentes”, observa Tatiane. O tratamento também é usado para casos de disfunção de ATM e dor orofacial.Pacientes que ao sorrirem mostram a gengiva em excesso - chamado sorriso gengival - podem escapar/ livrar-se da cirurgia nos casos em que a distância do lábio até a gengiva não excede três milímetros. Uma pequena aplicação no músculo interno do buço, responsável por tracionar o lábio superior para cima, impede que ele suba e, mantendo-se no lugar, expõe menos a gengiva. “A melhora do quadro é notória e não há perda de sensibilidade no lábio superior, nem a sensação de face paralisada”, garante Tatiane.A toxina botulínica é muito útil ainda na preparação dos músculos da boca do paciente que vai fazer implante dentário. A substância ajuda no relaxamento da musculatura da mastigação, o que favorece a adaptação ao uso de próteses dentárias.Assim como acontece quando usado para fins estéticos, pela Medicina, a toxina botulínica na odontologia também tem duração de seis meses e precisa ser reaplicado para continuidade do bom resultado.
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Odontologia: saiba mais sobre o invisalign, moderno e confortável aparelho ortodôntico

Depois de uma série de pesquisas que comprovam a eficácia de Invisaling, conversamos com dezenas de pacientes que usaram e comprovam que Invisaling é o melhor, mais eficiente, moderno e confortável aparelho ortodôntico que existe atualmente. Certamente já ouviu falar na expressão: “a primeira impressão é a que fica” então, com #invisaling não é nada diferente. A primeira impressão deste aparelho, que serve para alinhar os dentes, é sempre a melhor, confortável e invisível, como se não estivesse usando nenhum aparelho. Além do bem estar o paciente pode contar com a estética. E a segunda impressão? O resultado é surpreendente”. Muitos relataram que o invisaling superou as expectativas, principalmente em pacientes que já haviam testado outros métodos. Procure um profissional credenciado pela invisaling autorizado a trabalhar com esta técnica, o #dentista é responsável por fazer o planejamento para cada paciente, de modo que o aparelho fique o mais confortável possível. O paciente pode acompanhar o resultado final do tratamento, traçado pelo dentista, através de um programa de computador, com isso o paciente pode ficar mais tranquilo e confiante por que sabe exatamente como seu sorriso irá ficar mesmo antes do início do tratamento. Os aparelhos são confeccionados pela invisaling, o dentista envia o molde e a invisaling envia um documento chamado clincheck que trata-se do passo a passo do tratamento. O invisaling dói como em outros tratamentos? A grande maioria dos pacientes relata não sentir nenhuma dor, apenas uma fraca pressão nos dentes toda vez que troca a placa do aparelho. Para aqueles que não consideravam plausível um tratamento ortodôntico, o invisaling os fez reconsiderar e buscar um novo sorriso com um tratamento discreto, rápido, de fácil adaptação, higiênico e sem interferir a dicção. A opção de retirar o aparelho faz do invisaling outra grande preferência, facilita a higienização bucal sem restrições. “Super natural”! Então quanto custa o invisalign, qual o preço? Como qualquer tratamento ortodôntico, o tratamento com o sistema invisalign vai depender das especificidades de cada caso individualmente. Dependendo do nível de correção que precisaremos e muito importante o tempo de tratamento o preço pode variar bastante. Somente depois de consultar com o nosso invisalign doctor você poderá ter certeza do custo envolvido, ou seja o preço do tratamento. Outro fator que influencia é que como ele é um aparelho importado o invisalign tem seu custo em dólares, isso vai fazer que ele tenha uma variação devido à oscilação do câmbio.
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Tire suas dúvidas sobre Clareamento Dental a Laser

Os tratamentos a laser têm se tornado uma parte importante da mais recente tecnologia médica. No sistema de branqueamento dos dentes a laser, a luz do laser ativa os cristais dentro do gel de branqueamento. Todos os sistemas para clareamento dental a laser em consultório são bons, e a diferença não está no potencial clareador, o que muda é o dessensibilizante utilizado para cada um. O Laser ajudará na diminuição da sensibilidade pelo seu efeito terapêutico e clareamentos como o Zoom possui uma formulação exclusiva de clareador na qual além de diminuir a sensibilidade reforça a camada superficial e fortalece os minerais dos dentes. Existem ainda clareadores que são autocatalizados que dispensam o uso de luz de ativação e do laser para a sensibilidade. Estes procedimentos envolvem o uso cuidadoso e controlado de um gel de peróxido de hidrogênio de concentração relativamente alta, aplicado aos dentes pelo dentista após as gengivas terem sido protegidas. Durante o tratamento o dentista acompanha e observa as reações causadas no paciente, tanto no que diz respeito à eficácia, como ao grau de sensibilidade. Com algumas precauções é possível realizar o clareamento dental com segurança e minimizar a sensibilidade. O clareamento na verdade é uma reação química. As substâncias vão liberar oxigênio, que é um radical livre. Dentro do dente existem os pigmentos que levaram ao escurecimento dental. O oxigênio penetra na intimidade do esmalte do dente e quebra a cadeia de pigmentos em pequenas moléculas que são eliminadas por processo de difusão, isto é, uma reação química de oxidação que converte os pigmentos em dióxido de carbono e água. O dente é permeável e o efeito é cumulativo, portanto a cada seção o dente vai clareando cada vez mais até eliminar toda pigmentação. O clareamento dental a laser, é uma forma rápida e confortável que utiliza o peróxido de hidrogênio como substância clareadora e aplica-se a luz do laser. Como descrito no paragrafo anterior existem sistemas de branqueamento que não utilizam o laser para diminuir a sensibilidade, mas sim substâncias no gel que fazem esse papel. Porém o nome clareamento dental a laser se tornou quase como um sinônimo de clareamento dental no consultório. Todo mundo quer fazer CLAREAMENTO DENTAL e ficar com um sorriso mais jovial. Mas, algumas pessoas ficam com medo, porque há muitas informações erradas por aí! As dúvidas mas frequentes são: Vai doer? Meus dentes são ficar sensíveis? Vão clarear mesmo? É verdade que as pastas de dentes também podem clarear? No primeiro passo, o dentista limpa cada dente para remover a placa. Depois das gengivas isoladas, o gel de branqueamento dos dentes é aplicado seguido por uma aplicação especial de laser de luz, ou não... Clareamento dental a laser é a melhor opção para aqueles que não querem esperar por muito tempo para ver os resultados de seus tratamentos de clareamento dos dentes. É um método de odontologia estética, que se destina a eliminar manchas e descoloração, bem como para clarear a pigmentação nos dentes. Clareamento dental a laser não tem efeitos colaterais, e os dentes permanecem brancos, a duração de um tratamento a laser pode variar, dependendo da utilização. Um laser é silencioso e não faz nenhum contato físico com os dentes. m casa ou no consultório o clareamento é feito com uma espécie de gel, qual a diferença entre os dois tratamentos? O gel aplicado pelo dentista no consultório tem uma concentração maior em relação ao utilizado no método caseiro. O gel protagonista no consultório é o peróxido de hidrogênio a 37% que é ativado ou não com o auxílio de um “led” e é conhecido como clareamento dental a laser. No clareamento dental caseiro o gel em questão é normalmente o peróxido de carbamida a 10 ou 16% para uso noturno, ou o peróxido de hidrogênio a 6 ou 7,5% de concentração para uso durante o dia. Utiliza-se também em outros casos como o walking bleach géis de peróxido de carbamida a 37% mas esse não é o objetivo deste texto. A revolução do Clareamento Dental com Laser não é por acaso. É surpreendentemente mais rápida e confortável: apenas 1 hora, em média, com todo o bem-estar, sem anestesia e sem dor. E o paciente tem a segurança de ter um cirurgião dentista cuidando de sua saúde oral e garantindo eficiência nos resultados. O melhor método para um resultado rápido, eficaz e duradouro é a associação dos dois métodos de clareamento o caseiro com moldeiras juntamente com o clareamento dental a laser.
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Saiba como usar corretamente o fio dental e a escova interdental

O fio dental e a escova interdental chegam a lugares que a escova não alcança e eliminam restos de alimento e bactérias que ficam entre os dentes. Em vez de escolher entre o fio dental e a escova interdental, o mais indicado é combinar o uso dos dois. Passo a passo para usar escovas interdentais 1- Adquira uma escova interdental de boa qualidade. Consulte o seu cirurgião-dentista sobre as melhores opções, pois as escovas interdentais não são iguais. 2- Localize o espaço entre dois dentes e insira a ponta da escova de forma inclinada em um ângulo de aproximadamente 45º graus em direção à gengiva.Nos dentes superiores, incline a escova para cima e, nos dentes inferiores, incline a escova para baixo. 3- Este acesso deve ser feito delicadamente com uma pressão suave e sem forçar a escova. Dê preferência para os dentes da frente ou anteriores. 4- Deslize a escova perpendicularmente em relação aos dentes em um movimento de fora para dentro da boca. A escova deve deslizar facilmente, sem qualquer pressão. 5- O uso da escova deve ser feito diariamente, mas apenas insira e remova, não há necessidade de repetir o movimento para frente e para trás. Isto poderia machucar a gengiva ocasionando retrações e provocando espaços ou pontos escuros entre os dentes. 6- Quando a escova interdental é inserida pelas primeiras vezes entre os dentes, é possível que a gengiva sangre um pouco e cause algum desconforto doloroso. Isso não é motivo para preocupação, porque não significa que se tenha traumatizado a gengiva, mas sim que existe uma inflamação prévia causada pela placa bacteriana. Só ocorrem sangramentos nas gengivas quando estão inflamadas pela presença da placa bacteriana ou ao se utilizar uma escova com diâmetro inadequado. Ao utilizar a escova interdental corretamente, o sangramento desaparecerá em até dez dias.
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sábado, 13 de junho de 2015

Saiba tudo sobre a Creatina e seus benefícios

Durante esta e a última década, a Creatina tem ganho uma popularidade exponencial. Apresentado ao público em geral no início dos anos 90, pouco após os Jogos Olímpicos de Barcelona, tornou-se um dos suplementos nutricionais mais utilizados, com doses de carga de 20-30 g por dia durante 5-7 dias. A ingestão deste suplemento deve fundamentar-se em diferentes aspectos: - Deve ser consumida na medida estabelecida por um profissional, se este aconselhar; - O seu consumo tem de estar vinculado a um tipo de treino determinado; - Antes de tomar este suplemento as diferentes estruturas (articulações e músculos) devem estar adaptadas aos esforços capazes de produzir hipertrofia. Todo o tecido muscular esquelético contém-na, e na dieta encontra-se no peixe e na carne. Durante o exercício físico, uma porção da creatina muscular é esgotada. E nos períodos curtos de exercício de alta intensidade, a creatina fosfato tem um papel importante na ressíntese do ATP (Adenosin-Tri-Fosfato). Este é certamente um dos suplementos mais procurados entre os entusiastas de fitness e atletas. Existe alguma evidência junto da comunidade científica, que o seu uso melhora a capacidade para fazer exercício intenso de períodos curtos, e sob algumas condições, a sua suplementação pode melhorar a performance em actividades que requerem períodos curtos de elevada intensidade, de força máxima e potência. Não é consensual nas investigações o seu benefício ergogénico, possivelmente devido a diferenças individuais, duração da suplementação, critério do exercício avaliado, e/ou tempo de recuperação entre repetições do exercício. Parece também não aumentar a força isométrica máxima, nem a performance de exercícios aeróbios. Em função do referido, parece-nos lógico que a creatina seja especialmente útil em modalidades que envolvam esforços de moderada ou curta duração. É naturalmente mais utilizada nos desportos de ginásio, nomeadamente na musculação, tanto na vertente de culturismo como halterofilismo, mas os praticantes de modalidades colectivas como o futebol e o rugby, assim como corredores de atletismo de pista (p.e., 100 e 400 m), já entenderam os seus benefícios. Não é no entanto consensual afirmar que se deve tomar creatina para que os músculos cresçam. O que fazem certos suplementos é ajudar neste processo, acelerando a recuperação, potenciando a síntese de proteínas musculares, aumentando a retenção de líquidos dentro da célula muscular, ou vários destes processos em simultâneo. Devemos ter presente, que a genética tem o seu protagonismo, como em quase tudo. Efeitos diretos Conserva o glicogénio muscular em esforços de curta duração e intensidade intermitente, permitindo manter essa reserva mais tempo (J. Int. Soc. Sports Nutr. 2010; 7:6.). Promove a recuperação muscular, para estarmos preparados para receber as sessões seguintes (J. Int. Soc. sports Nutr. 2009; 6:13). Ajuda no aumento da força e potência musculares, pela energia fornecida (Dynamic Medicine 2009;8:6) e consequentemente constitui um estímulo para o ganho de massa muscular. Relativamente à ingestão existem basicamente 2 modelos. Durante muito tempo recomendou-se uma fase de carga que podia chegar aos 20g/dia, no entanto chegou-se à conclusão que essa dose provoca uma grande retenção de água no músculo, falseando os resultados e acaba por saturar as reservas musculares de creatina. As últimas investigações mostram que em desportos nos quais se transporta o próprio peso, esta deverá ser ingerida na proporção de 0,03 por quilo de peso corporal por dia durante um período não inferior a 35 dias. Está provado que bastam 3 a 5g/dia para conseguir retirar benefícios deste suplemento (JISSN 2010, 7:7). Relativamente ao momento ideal para a sua ingestão, sabe-se que a creatina alcança o seu pico no sangue, cerca de uma hora após ser ingerida. Assim, esse pico de creatina deve aparecer quando acabou a sessão de treino. Porquê? Porque a síntese proteica acelera-se muito nesse momento, mantendo-se este processo muito rápido durante cerca de 45 minutos. O seu consumo deve ser feito numa solução que contenha hidratos de carbono, os quais vão potenciar a saída de insulina, hormona de reconhecido efeito anabólico proteico e então poderá, por uma via indirecta, favorecer o efeito que se procura, ou seja desenvolver o tamanho da massa muscular. Antes de decidir iniciar a suplementação com este suplemento, tenha as seguintes precauções: - Embora o seu uso para já pareça seguro, os efeitos a longo prazo da sua toma não foram estudados. A maioria dos estudos tem examinado os efeitos a curto prazo. - Todos os estudos efectuados foram apenas com adultos. São desconhecidos os seus efeitos em crianças. - Como efeitos secundários da sua toma, tem sido identificados algumas dores de estômago e diarreia. - Não ter problemas hepáticos e/ou renais. Existe evidência suficiente que a creatina tem mostrado ser eficaz para desenvolver mais força, não sendo alheio que se os indivíduos conseguirem treinar com níveis superiores de intensidade, podemos supor que lhes vai permitir acrescentar níveis de força e potência por período de tempo. Todavia, no que diz respeito à hipertrofia muscular, sabe-se que os seus efeitos são absolutamente indirectos e que podem ser atingidos mais facilmente quando está associada a treino adequado e consumida com uma solução de hidratos de carbono de rápida absorção. De acordo com David Sandler, o diretor sênior da Eductaion for the National Strength and Conditioning Associatin (NSCA), “A creatina permite que você tenha um volume de trabalho mais duradouro e de maior volume.” Ela te ajuda naquela repetição extra. A suplementação pode aumentar o estoque de fosfocreatina e creatina de 10 a 40%. Resumidamente: 1. A creatina puxa a água do lado de fora da célula para dentro, fazendo-a inchar. Essa é a razão do rápido ganho de peso quando você toma creatina, e também o por quê da necessidade de beber muita água. 2. O aumento do teor de água nas células musculares causa uma grande tensão nas membranas (a borda da célula, pense em encher um balão de água, quanto mais água, mais pressão) 3. Essa tensão envia uma mensagem para o núcleo da célula, e esse envia uma mensagem pelo mRna para aumentar a síntese protéica muscular, fazendo o músculo se desenvolver mais rapidamente ao longo do curso. Referências: American College of Sports Medicine. (2000) Roundtable on the physiological and health effects of oral creatine supplementation. Medicine and Science in Sports and Exercise 32, 706-717. Mujika, I., Chatard, J.C., Lacoste, L., Barale, F. and Geyssant, A. (1996) Creatine supplementation does not improve sprint performance in competitive swimmers. Medicine and Science in Sports andExercise 28, 1435-1441. Stephen P. Bird(2003) Creatine supplementation and exerciseperformance: a brief review. Journal of Sports Science and Medicine.
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Explicação científica: como e por que cresce o tecido muscular

A quantidade de fibras musculares é decidida geneticamente e que os músculos crescem graças ao aumento de volume (hipertrofia). Acredita-se que mais de 80% do crescimento é causado pelo tecido conjuntivo(1). Os outros 20% derivam do aumento das reservas de substâncias nutritivas. Embora elas constituam apenas 20%, sem elas o crescimento se torna simplesmente impossível. Como sempre, o princípio 80-20 da Lei de Pareto continua atual. Como resultado do treino de força, o organismo aumenta as suas reservas de energia e substâncias nutritivas nos músculos, o que lhe permite treinar por mais tempo e com maior eficácia, assim como se recuperar de microlesões e construir tecido conjuntivo mais rapidamente. Uma alimentação reforçada após o treino (“janela metabólica”) é importante para aumentar a capacidade do organismo de converter e armazenar energia para um treino mais puxado na vez seguinte. Se você não comer o suficiente, o crescimento muscular fica seriamente comprometido. Para assimilar aminoácidos e crescer, as células musculares precisam de umas enzimas específicas. A capacidade de produzir essas enzimas é bastante limitada, mas em alguns casos as células-satélites que as rodeiam conseguem transmitir-lhes essas importantes enzimas. Em primeiro lugar, as células-satélites são ativadas pelos hormônios (hormônio do crescimento, testosterona, IGF-1 e outros), cuja secreção aumenta durante o treino de força e, em segundo lugar, a atividade das células-satélites aumenta com a ingestão de creatina(2). Embora o aumento de força não esteja diretamente relacionado com o aumento de volume, a prática de exercícios com mais peso e poucas repetições estimula um tipo específico de fibra muscular: a fibra lenta (Tipo II). Se o seu objetivo é aumentar a força, então deve executar os exercícios com um peso de 80% de 1RM (repetição máxima) com 3-5 repetições(3). O tempo necessário para recuperação e crescimento das fibras musculares após o treino é de 36 a 48 horas, por isso não se recomenda treinar repetidamente o mesmo grupo muscular. E mais uma vez lembramos que sem alimento suficiente esse crescimento não acontece. Em primeiro lugar, você deve ingerir carboidratos antes do treino de força, já que eles vão completar as reservas de glicógeno; em segundo lugar, o crescimento muscular necessita de alimentos proteicos, cálcio e vitaminas; em terceiro lugar, a creatina melhora a energia das células musculares. A execução dos exercícios com peso elevado e poucas repetições aumenta, acima de tudo, a força. Já a execução com um peso médio e um número médio de repetições aumenta a massa e o volume dos músculos. Mas o crescimento não se dá sem alimento suficiente nem recuperação.
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