sábado, 3 de setembro de 2016

Batman: Arkham VR deixa o jogador se transformar no Homem-Morcego

Seguindo a tendência do mercado, a Brasil Game Show dá um espaço de importância à realidade virtual. Pelo menos cinco estandes da feira oferecem oportunidade de testar a nova tecnologia com os óculos e controles que fazem o jogador mergulhar em uma experiência diferente e quase sempre satisfatória. Um dos grandes destaques é o Batman: Arkham VR, experiência desenvolvida pela Rocksteady, mesma empresa que fez a série Arkham nas duas últimas gerações de consoles. O visitante coloca o PlayStation VR no rosto e segura dois joysticks do Move para incorporar Bruce Wayne. Após uma breve conversa com Alfred é uma leve exploração da Mansão Wayne, uma passagem secreta é revelada e a transformação se inicia. Essa primeira parte da demo da BGS, que também foi mostrada da E3 em junho, é um tutorial de como ser o Batman - do momento em que se veste a roupa até a hora em que se atira o batarang. Colocar o capuz do Homem-Morcego e enxergar o cinto de utilidades na cintura são só alguns dos momentos de exaltação da experiência. Ver as próprias mãos se mexerem digitalmente e poder acender uma lanterna para explorar a Bat-caverna também fazem parte da imersão - com certeza uma das melhores da feira. A segunda parte da demonstração explora os sentidos de detetive do Batman - ou se preferir, do próprio jogador. É preciso usar as ferramentas apresentadas anteriormente para desvendar um crime envolvendo o Asa Noturna. A velocidade da resposta do Move e a ambientação criada pela Rocksteady fazem toda a diferença, e é por isso que mesmo sendo uma simples demo, Batman VR impressiona tanto. Não há como ser o Batman de forma tão legítima. A demo pode ser testada no Brasil Game Show, mas é preciso entrar na página oficial do Game no Facebook para saber o procedimento, já que poucas estações estão disponíveis. O jogo dá ao jogador a chance de entrar batcaverna, vestir o capuz e pegar alguns gadgets do herói, além de investigar uma cena de crime como um bom detetive. Nós testamos Batman: Arkham VR na E3 2016 e gostamos muito do que vimos. O PlayStation VR será lançado em 13 de outubro nos EUA, por US$ 399. Ainda não há previsão para a chegada do dispositivo no Brasil. Para utilizá-lo, é necessário um PlayStation 4 e o acessório PlayStation Camera. O aparelho tem tela de 5.7 polegadas, resolução 1920XRGBx1090, taxa de atualização de 120Hz, campo de visão de aproximadamente 100º, acelerômetro, giroscópio, sistema de posicionamento com nove LEDs, áudio em 3D, entradas HDMI e USB, além de um ângulo de visão de 100 graus e latência de 18 millisegundos. A Brasil Game Show está sendo realizada no São Paulo Expo entre os dias 1 e 5 de setembro. Fonte: Omelete/UOL
read more...

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Mudando a rotina, Arthur Nory fala da vida fora da ginástica artística

read more...

domingo, 21 de agosto de 2016

Seleção Brasileira de vôlei faz 3 a 0 na Itália e conquista terceiro ouro na história dos Jogos

O Brasil se tornou mesmo o país do vôlei. E, neste domingo, transformou-se no primeiro em toda a história em ter uma medalha de ouro na modalidade por quatro Olimpíadas consecutivas. O feito foi completado por quem o começo, o time masculino. Os homens ganharam em 2004, viram as mulheres levarem os ouros de 2008 e 2012 e voltaram a subir ao posto mais alto do pódio no Rio de Janeiro. E vale lembrar que a seleção já tinha feito história ao ser a primeira a fazer quatro finais consecutivas no torneio masculino - o Brasil foi prata em Pequim e em Londres. Até hoje, só haviam dois países que haviam conseguido levar três ouros consecutivos. A União Soviética fez logo nas três primeiras competições (homens em 64 e 68 e mulheres em 72 e também em 68) e depois Cuba repetiu o feito ao ganhar o torneio feminino três vezes seguidas entre 1992 e 2000. Outra curiosidade é que esse ciclo chega aos quatro títulos exatamente da mesma forma que começou: com um triunfo diante da Itália. O Brasil é mais uma vez campeão olímpico no vôlei masculino. A seleção, que chegou a estar a um passo de ser eliminada ainda na primeira fase, confirmou a volta por cima neste domingo. Diante a ‘freguesa' Itália, os comandados de Bernardinho dominaram a partida e venceram por 3 sets a 0 (25-22, 28-26 e 26-24) para levar a medalha de ouro para casa, a terceira dos homens na modalidade na história. O Brasil dominou completamente a partida neste domingo. Empurrado por um Maracanãzinho lotado, o time esteve poucas vezes atrás do placar. E fez o que já vinha fazendo nas partidas anteriores: manteve os sets equilibrados até o final, quando deslanchou para fechar as parciais. De novo, o destaque foi Wallace. Com os dois ponteiros titulares ainda longe de estarem 100% fisicamente, o oposto voltou a chamar a responsabilidade. No fim, anotou 20 pontos para ser o maior pontuador da partida. Mas Lucarelli e, principalmente, Lipe também merecem destaque. Os dois se machucaram nas quartas de final diante da Argentina, mas nunca quiseram deixar a equipe. Na final, voltaram a ser fundamentais. Lipe contagiou a equipe como sempre, apareceu muito bem no saque e acabou com 11 pontos. Lucarelli aguentou como pôde até o terceiro set e deixou a quadra com mais 5 pontos. Desta vez, o título teve gostinho para lá de especial. Afinal de contas, a Itália sempre foi uma grande rival histórica e fez de tudo para tirar o Brasil do Rio 2016. Na primeira fase, chegou a ‘entregar' um jogo para o Canadá para aumentar a pressão para cima do time verde-amerelo. A estratégia, porém, não funcionou. O Brasil garantiu a classificação vencendo a França e embalou de vez na competição. Passou pela Argentina nas quartas, atropelou a Rússia na semi e hoje bateu mais uma vez a Itália. O curioso é que, desde que Bernardinho assumiu a seleção, em 2001, toda a rivalidade com a Itália se transformou em uma verdadeira freguesia. Foi nada menos que a 21ª vitória brasileira em 29 encontros. E a oitava em jogos de mata-mata, a quarta em finais. A Itália foi, por exemplo, a rival do primeiro título de Bernardinho na Liga Mundial de 2001. E também a adversária do primeiro e até então único título dele em Olimpíadas, em 2004. Créditos: ESPN/UOL/REUTERS/Yves Herman
read more...

O país do vôlei: Brasil bate Itália, leva o ouro e retorna ao topo do vôlei masculino

O Brasil se tornou mesmo o país do vôlei. E, neste domingo, transformou-se no primeiro em toda a história em ter uma medalha de ouro na modalidade por quatro Olimpíadas consecutivas. O feito foi completado por quem o começo, o time masculino. Os homens ganharam em 2004, viram as mulheres levarem os ouros de 2008 e 2012 e voltaram a subir ao posto mais alto do pódio no Rio de Janeiro. E vale lembrar que a seleção já tinha feito história ao ser a primeira a fazer quatro finais consecutivas no torneio masculino - o Brasil foi prata em Pequim e em Londres. Até hoje, só haviam dois países que haviam conseguido levar três ouros consecutivos. A União Soviética fez logo nas três primeiras competições (homens em 64 e 68 e mulheres em 72 e também em 68) e depois Cuba repetiu o feito ao ganhar o torneio feminino três vezes seguidas entre 1992 e 2000. Outra curiosidade é que esse ciclo chega aos quatro títulos exatamente da mesma forma que começou: com um triunfo diante da Itália. O Brasil é mais uma vez campeão olímpico no vôlei masculino. A seleção, que chegou a estar a um passo de ser eliminada ainda na primeira fase, confirmou a volta por cima neste domingo. Diante a ‘freguesa' Itália, os comandados de Bernardinho dominaram a partida e venceram por 3 sets a 0 (25-22, 28-26 e 26-24) para levar a medalha de ouro para casa, a terceira dos homens na modalidade na história. O Brasil dominou completamente a partida neste domingo. Empurrado por um Maracanãzinho lotado, o time esteve poucas vezes atrás do placar. E fez o que já vinha fazendo nas partidas anteriores: manteve os sets equilibrados até o final, quando deslanchou para fechar as parciais. De novo, o destaque foi Wallace. Com os dois ponteiros titulares ainda longe de estarem 100% fisicamente, o oposto voltou a chamar a responsabilidade. No fim, anotou 20 pontos para ser o maior pontuador da partida. Mas Lucarelli e, principalmente, Lipe também merecem destaque. Os dois se machucaram nas quartas de final diante da Argentina, mas nunca quiseram deixar a equipe. Na final, voltaram a ser fundamentais. Lipe contagiou a equipe como sempre, apareceu muito bem no saque e acabou com 11 pontos. Lucarelli aguentou como pôde até o terceiro set e deixou a quadra com mais 5 pontos. Desta vez, o título teve gostinho para lá de especial. Afinal de contas, a Itália sempre foi uma grande rival histórica e fez de tudo para tirar o Brasil do Rio 2016. Na primeira fase, chegou a ‘entregar' um jogo para o Canadá para aumentar a pressão para cima do time verde-amerelo. A estratégia, porém, não funcionou. O Brasil garantiu a classificação vencendo a França e embalou de vez na competição. Passou pela Argentina nas quartas, atropelou a Rússia na semi e hoje bateu mais uma vez a Itália. O curioso é que, desde que Bernardinho assumiu a seleção, em 2001, toda a rivalidade com a Itália se transformou em uma verdadeira freguesia. Foi nada menos que a 21ª vitória brasileira em 29 encontros. E a oitava em jogos de mata-mata, a quarta em finais. A Itália foi, por exemplo, a rival do primeiro título de Bernardinho na Liga Mundial de 2001. E também a adversária do primeiro e até então único título dele em Olimpíadas, em 2004. Créditos: ESPN/UOL/REUTERS/Yves Herman
read more...

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Um salto para a história: Thiago Braz, o ouro do Brasil

Na olimpíada do Rio de Janeiro, o Brasil viu o nascimento de um novo herói olímpico: Thiago Braz conquistou a primeira colocação no salto com vara masculino e trouxe uma conquista inédita para o país. Pouco conhecido pelo grande público, o esportista já era o melhor da modalidade na América Latina. Agora, sagra-se o melhor do mundo. A infância de Braz, hoje com 22 anos, esteve longe da glória dos dias atuais. Ainda pequeno, em Marília, no interior de São Paulo, o menino foi abandonado pela mãe na casa dos avós. Segundo relato de familiares, Thiago esperou durante dias o retorno da mãe com uma mochila nas costas – até perceber que esse dia não chegaria. Em meio ao período turbulento, a paixão pelas alturas começou a tomar forma. O fascínio e o sonho de voar, Braz atingiu não com um avião, mas com auxílio da vara. O tio, Fabiano Braz, um atleta do decatlo, percebeu o dom do menino e, aos 13 anos, Braz começou a treinar sob sua supervisão. Dois anos depois, o prodígio passou a ser lapidado por Élson Miranda de Souza, marido e técnico de Fabiana Murer (campeã mundial de salto com vara). O potencial era mais que evidente e, com apenas 16 anos, participou dos primeiros Jogos Olímpicos da Juventude, em Cingapura-2010, conquistando a prata. No mesmo ano, foi medalha de ouro no sul-americano juvenil. Sua primeira grande competição adulta foi o Mundial de Moscou-2013; na ocasião, no entanto, Braz não passou da fase classificatória. Em 2014, Thiago Braz se casou com Ana Paula Oliveira, atleta da mesma modalidade (que não conseguiu vaga nas Olimpíadas no salto em altura) e se mudou para a Itália para treinar com o mítico Vitaly Petrov, mentor das grandes lendas Sergey Bubka e Yelena Isinbayeva. Após sofrer uma fratura na mão esquerda que exigiu cirurgia, o atleta teve ajuda da mulher para superar a penosa recuperação. Com muito esforço, Braz não perdeu o foco nas Olimpíadas e, após dez saltos, conseguiu uma altura histórica: voou a 6,03 metros de altura, levou o ouro e ainda estabeleceu um novo recorde olímpico. Mais jovem, Braz havia respondido um questionário sobre seus objetivos profissionais e afirmou que devia “aceitar o que Deus tivesse” para ele. Parece que a vitória estava marcada em seu caminho. Thiago Braz nem parecia tão surpreso depois de alcançar um dos maiores feitos da história do esporte brasileiro nesta segunda-feira. Com um sorriso no rosto, mas sem perder a serenidade, o campeão olímpico do salto com vara abraçou a esposa Ana Paula de Oliveira – a quem não via há dois meses, concentrado para os Jogos – e celebrou com a torcida. No entanto, ao assistir pela TV a maneira como superou 6,03 metros de altura, a melhor marca de sua carreira, o atleta de Marília (SP), admitiu espanto. “Meu Deus! Foi alto, cara! Eu vi que estava passando nessa altura. Vendo de fora foi altíssimo. Que salto bonito, cara!”, disse o atleta de 22 anos em entrevista à Rede Globo logo após a conquista no Engenhão. Ao contrário do adversário, o francês Renaud Lanillenie, que reclamou da torcida, Thiago Braz exaltou o comportamento dos fãs. “A lembrança que eu vou levar é o público. Achei que o público brasileiro ia me pressionar um pouco, mas no momento da prova senti que estava todo mundo a meu favor. Isso foi muito interessante. Queria agradecer o carinho de todo mundo. Foi muito emocionante o que eles fizeram.”
read more...
 
Copyright © 2014 BLOG DO RICKY • All Rights Reserved.
Template Design by BTDesigner • Powered by Blogger
back to top