domingo, 21 de agosto de 2016

Seleção Brasileira de vôlei faz 3 a 0 na Itália e conquista terceiro ouro na história dos Jogos

O Brasil se tornou mesmo o país do vôlei. E, neste domingo, transformou-se no primeiro em toda a história em ter uma medalha de ouro na modalidade por quatro Olimpíadas consecutivas. O feito foi completado por quem o começo, o time masculino. Os homens ganharam em 2004, viram as mulheres levarem os ouros de 2008 e 2012 e voltaram a subir ao posto mais alto do pódio no Rio de Janeiro. E vale lembrar que a seleção já tinha feito história ao ser a primeira a fazer quatro finais consecutivas no torneio masculino - o Brasil foi prata em Pequim e em Londres. Até hoje, só haviam dois países que haviam conseguido levar três ouros consecutivos. A União Soviética fez logo nas três primeiras competições (homens em 64 e 68 e mulheres em 72 e também em 68) e depois Cuba repetiu o feito ao ganhar o torneio feminino três vezes seguidas entre 1992 e 2000. Outra curiosidade é que esse ciclo chega aos quatro títulos exatamente da mesma forma que começou: com um triunfo diante da Itália. O Brasil é mais uma vez campeão olímpico no vôlei masculino. A seleção, que chegou a estar a um passo de ser eliminada ainda na primeira fase, confirmou a volta por cima neste domingo. Diante a ‘freguesa' Itália, os comandados de Bernardinho dominaram a partida e venceram por 3 sets a 0 (25-22, 28-26 e 26-24) para levar a medalha de ouro para casa, a terceira dos homens na modalidade na história. O Brasil dominou completamente a partida neste domingo. Empurrado por um Maracanãzinho lotado, o time esteve poucas vezes atrás do placar. E fez o que já vinha fazendo nas partidas anteriores: manteve os sets equilibrados até o final, quando deslanchou para fechar as parciais. De novo, o destaque foi Wallace. Com os dois ponteiros titulares ainda longe de estarem 100% fisicamente, o oposto voltou a chamar a responsabilidade. No fim, anotou 20 pontos para ser o maior pontuador da partida. Mas Lucarelli e, principalmente, Lipe também merecem destaque. Os dois se machucaram nas quartas de final diante da Argentina, mas nunca quiseram deixar a equipe. Na final, voltaram a ser fundamentais. Lipe contagiou a equipe como sempre, apareceu muito bem no saque e acabou com 11 pontos. Lucarelli aguentou como pôde até o terceiro set e deixou a quadra com mais 5 pontos. Desta vez, o título teve gostinho para lá de especial. Afinal de contas, a Itália sempre foi uma grande rival histórica e fez de tudo para tirar o Brasil do Rio 2016. Na primeira fase, chegou a ‘entregar' um jogo para o Canadá para aumentar a pressão para cima do time verde-amerelo. A estratégia, porém, não funcionou. O Brasil garantiu a classificação vencendo a França e embalou de vez na competição. Passou pela Argentina nas quartas, atropelou a Rússia na semi e hoje bateu mais uma vez a Itália. O curioso é que, desde que Bernardinho assumiu a seleção, em 2001, toda a rivalidade com a Itália se transformou em uma verdadeira freguesia. Foi nada menos que a 21ª vitória brasileira em 29 encontros. E a oitava em jogos de mata-mata, a quarta em finais. A Itália foi, por exemplo, a rival do primeiro título de Bernardinho na Liga Mundial de 2001. E também a adversária do primeiro e até então único título dele em Olimpíadas, em 2004. Créditos: ESPN/UOL/REUTERS/Yves Herman
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O país do vôlei: Brasil bate Itália, leva o ouro e retorna ao topo do vôlei masculino

O Brasil se tornou mesmo o país do vôlei. E, neste domingo, transformou-se no primeiro em toda a história em ter uma medalha de ouro na modalidade por quatro Olimpíadas consecutivas. O feito foi completado por quem o começo, o time masculino. Os homens ganharam em 2004, viram as mulheres levarem os ouros de 2008 e 2012 e voltaram a subir ao posto mais alto do pódio no Rio de Janeiro. E vale lembrar que a seleção já tinha feito história ao ser a primeira a fazer quatro finais consecutivas no torneio masculino - o Brasil foi prata em Pequim e em Londres. Até hoje, só haviam dois países que haviam conseguido levar três ouros consecutivos. A União Soviética fez logo nas três primeiras competições (homens em 64 e 68 e mulheres em 72 e também em 68) e depois Cuba repetiu o feito ao ganhar o torneio feminino três vezes seguidas entre 1992 e 2000. Outra curiosidade é que esse ciclo chega aos quatro títulos exatamente da mesma forma que começou: com um triunfo diante da Itália. O Brasil é mais uma vez campeão olímpico no vôlei masculino. A seleção, que chegou a estar a um passo de ser eliminada ainda na primeira fase, confirmou a volta por cima neste domingo. Diante a ‘freguesa' Itália, os comandados de Bernardinho dominaram a partida e venceram por 3 sets a 0 (25-22, 28-26 e 26-24) para levar a medalha de ouro para casa, a terceira dos homens na modalidade na história. O Brasil dominou completamente a partida neste domingo. Empurrado por um Maracanãzinho lotado, o time esteve poucas vezes atrás do placar. E fez o que já vinha fazendo nas partidas anteriores: manteve os sets equilibrados até o final, quando deslanchou para fechar as parciais. De novo, o destaque foi Wallace. Com os dois ponteiros titulares ainda longe de estarem 100% fisicamente, o oposto voltou a chamar a responsabilidade. No fim, anotou 20 pontos para ser o maior pontuador da partida. Mas Lucarelli e, principalmente, Lipe também merecem destaque. Os dois se machucaram nas quartas de final diante da Argentina, mas nunca quiseram deixar a equipe. Na final, voltaram a ser fundamentais. Lipe contagiou a equipe como sempre, apareceu muito bem no saque e acabou com 11 pontos. Lucarelli aguentou como pôde até o terceiro set e deixou a quadra com mais 5 pontos. Desta vez, o título teve gostinho para lá de especial. Afinal de contas, a Itália sempre foi uma grande rival histórica e fez de tudo para tirar o Brasil do Rio 2016. Na primeira fase, chegou a ‘entregar' um jogo para o Canadá para aumentar a pressão para cima do time verde-amerelo. A estratégia, porém, não funcionou. O Brasil garantiu a classificação vencendo a França e embalou de vez na competição. Passou pela Argentina nas quartas, atropelou a Rússia na semi e hoje bateu mais uma vez a Itália. O curioso é que, desde que Bernardinho assumiu a seleção, em 2001, toda a rivalidade com a Itália se transformou em uma verdadeira freguesia. Foi nada menos que a 21ª vitória brasileira em 29 encontros. E a oitava em jogos de mata-mata, a quarta em finais. A Itália foi, por exemplo, a rival do primeiro título de Bernardinho na Liga Mundial de 2001. E também a adversária do primeiro e até então único título dele em Olimpíadas, em 2004. Créditos: ESPN/UOL/REUTERS/Yves Herman
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sexta-feira, 19 de agosto de 2016

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Um salto para a história: Thiago Braz, o ouro do Brasil

Na olimpíada do Rio de Janeiro, o Brasil viu o nascimento de um novo herói olímpico: Thiago Braz conquistou a primeira colocação no salto com vara masculino e trouxe uma conquista inédita para o país. Pouco conhecido pelo grande público, o esportista já era o melhor da modalidade na América Latina. Agora, sagra-se o melhor do mundo. A infância de Braz, hoje com 22 anos, esteve longe da glória dos dias atuais. Ainda pequeno, em Marília, no interior de São Paulo, o menino foi abandonado pela mãe na casa dos avós. Segundo relato de familiares, Thiago esperou durante dias o retorno da mãe com uma mochila nas costas – até perceber que esse dia não chegaria. Em meio ao período turbulento, a paixão pelas alturas começou a tomar forma. O fascínio e o sonho de voar, Braz atingiu não com um avião, mas com auxílio da vara. O tio, Fabiano Braz, um atleta do decatlo, percebeu o dom do menino e, aos 13 anos, Braz começou a treinar sob sua supervisão. Dois anos depois, o prodígio passou a ser lapidado por Élson Miranda de Souza, marido e técnico de Fabiana Murer (campeã mundial de salto com vara). O potencial era mais que evidente e, com apenas 16 anos, participou dos primeiros Jogos Olímpicos da Juventude, em Cingapura-2010, conquistando a prata. No mesmo ano, foi medalha de ouro no sul-americano juvenil. Sua primeira grande competição adulta foi o Mundial de Moscou-2013; na ocasião, no entanto, Braz não passou da fase classificatória. Em 2014, Thiago Braz se casou com Ana Paula Oliveira, atleta da mesma modalidade (que não conseguiu vaga nas Olimpíadas no salto em altura) e se mudou para a Itália para treinar com o mítico Vitaly Petrov, mentor das grandes lendas Sergey Bubka e Yelena Isinbayeva. Após sofrer uma fratura na mão esquerda que exigiu cirurgia, o atleta teve ajuda da mulher para superar a penosa recuperação. Com muito esforço, Braz não perdeu o foco nas Olimpíadas e, após dez saltos, conseguiu uma altura histórica: voou a 6,03 metros de altura, levou o ouro e ainda estabeleceu um novo recorde olímpico. Mais jovem, Braz havia respondido um questionário sobre seus objetivos profissionais e afirmou que devia “aceitar o que Deus tivesse” para ele. Parece que a vitória estava marcada em seu caminho. Thiago Braz nem parecia tão surpreso depois de alcançar um dos maiores feitos da história do esporte brasileiro nesta segunda-feira. Com um sorriso no rosto, mas sem perder a serenidade, o campeão olímpico do salto com vara abraçou a esposa Ana Paula de Oliveira – a quem não via há dois meses, concentrado para os Jogos – e celebrou com a torcida. No entanto, ao assistir pela TV a maneira como superou 6,03 metros de altura, a melhor marca de sua carreira, o atleta de Marília (SP), admitiu espanto. “Meu Deus! Foi alto, cara! Eu vi que estava passando nessa altura. Vendo de fora foi altíssimo. Que salto bonito, cara!”, disse o atleta de 22 anos em entrevista à Rede Globo logo após a conquista no Engenhão. Ao contrário do adversário, o francês Renaud Lanillenie, que reclamou da torcida, Thiago Braz exaltou o comportamento dos fãs. “A lembrança que eu vou levar é o público. Achei que o público brasileiro ia me pressionar um pouco, mas no momento da prova senti que estava todo mundo a meu favor. Isso foi muito interessante. Queria agradecer o carinho de todo mundo. Foi muito emocionante o que eles fizeram.”
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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Michael Phelps brilha na Rio 2016 e se aposenta com 28 medalhas, 23 delas de ouro

Quando a lenda da natação Michael Phelps acordou no Rio de Janeiro, ele fez algo incomum para quem tem nada menos que 28 medalhas Olímpicas na carreira. Ele pegou as cinco de ouro e uma de prata que ganhou nos Jogos Rio 2016, e olhou todas elas, à luz do sol. "Era assim que sonhei encerrar a minha carreira. É a cereja que eu queria colocar em cima do bolo", disse. Em uma entrevista coletiva, Phelps confirmou que vai se retirar das competições depois de uma jornada de feitos esportivos e desafios pessoais. Como ele se sentiu nesta manhã? "Apenas sorriu, apenas feliz", resumiu. A jornada de Phelps rumo ao lugar mais nobre na história dos Jogos Olímpicos nem sempre foi fácil. Depois dos Jogos Londres 2012, ele anunciou a aposentadoria. Mas teve depressão e acabou em um centro de reabilitação após ser pego pela segunda vez dirigindo embriagado. Com ajuda da namorada Nicole Johnson, Phelps reconstruiu a vida e voltou a nadar em abril de 2014. A recuperação foi concluída com o nascimento do filho Boomer, em maio deste ano. A mistura de lutas pessoais e triunfos esportivos é exatamente o que faz de Phelps um dos atletas mais admirados no mundo. "Estou feliz com a forma como a minha carreira acabou. Eu não posso dizer o mesmo sobre Londres 2012. Fiquei orgulhoso do trabalho que fiz nos últimos dois anos para ser capaz de voltar e chegar onde estou hoje. Se eu não tivesse voltado, eu não saberia o que fazer comigo mesmo e teria ficado frustrado por não ter me dado uma chance ", disse Phelps, visivelmente em paz com a vida. Phelps confessou que estava muito mais emotivo no Rio antes e depois de nadar a última prova dele no Rio 2016, o revezamento 4 x 100m medley, do que ficou em Londres, quatro anos antes. Depois da prova, ele foi para casa, acordou o filho Boomer e levou uma bronca da mulher Nicole. "Eu queria segurar meu filho. Foi o melhor fechamento de noite que eu poderia imaginar. Quando decidi voltar, eu queria fazer tudo certo. Eu queria me desafiar e ver o quanto mais eu poderia fazer. É isso. Esta é a última vez que vocês me viram nadando". Agora, Phelps faz planos de aumentar a jovem família e de ajudar mais pessoas em todo o mundo a aprender a nadar . Ele também espera contribuir para a tornar a natação mais popular. Mas isso ninguém no mundo fez melhor que ele até hoje. É difícil encontrar um adjetivo para o nadador norte-americano Michael Phelps. Fenômeno? Mito? Rei? Grande? Incrível? Quando o assunto é esporte, vários atletas mereceram tais títulos por feitos relevantes, mas essas palavras parecem aquém do que este especialista em quebra de recordes se tornou em Jogos Olímpicos. Com 23 medalhas de ouro, três de prata e duas de bronze em Jogos, Phelps poderia ser, sozinho, um país com respeitável posição no quadro de medalhas da competição. Em Campeonatos Mundiais, as marcas são igualmente grandiosas: 26 medalhas de ouro, seis de prata e uma de bronze. Mas, para chegar a esses números, o nadador passou por altos e baixos, anunciou a aposentadoria nos Jogos Londres 2012, enfrentou momentos de depressão. Confira, a seguir, algumas coisas que você pode ainda não saber sobre o maior campeão Olímpico de todos os tempos. Michael era um garoto levado da cidade de Baltimore, nos Estados Unidos. Para gastar sua energia, a mãe, Debbie, resolveu colocar o menino nas aulas de natação quando ele fez 7 anos. A irmã, Whitney, também nadava e vinha se destacando. Seus pais estavam separados e sua mãe, que era diretora de escola, mantinha a casa e os três filhos – Michael, Whitney e Hilary. Como uma boa educadora, o que preocupava mesmo Debbie era o filho na escola. As notas não eram boas e os professores reclamavam que o menino não parava quieto na sala de aula. Para piorar, ele vivia se metendo em brigas porque alguns colegas faziam piadas com suas orelhas de abano e os braços compridos. Levou tempo, mas Debbie percebeu que o problema na escola era sério e procurou um médico. Aí veio o diagnóstico: Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH). Traduzindo: o garoto era hiperativo e precisaria tomar remédios para conseguir se concentrar. O tratamento começou e os resultados logo foram notados, inclusive nas piscinas. Aos 10 anos, ele quebrou o recorde nacional dos 100m borboleta entre os meninos da mesma idade. Michael, então, procurou um clube para treinar. Foi para o North Baltimore Aquatic Club, onde conheceu o técnico Bob Bowman. Bob logo percebeu que o menino tinha jeito para a coisa. Tanto jeito que foi quebrando mais e mais recordes infantis – um deles ainda não foi superado até hoje. Era hora de se profissionalizar. Bob não dava moleza. Michael tinha de nadar bem todos os quatro estilos: crawl, peito, costas e borboleta. Seus braços compridos mostraram ser uma benção e, aos 15 anos, Michael conseguiu participar das seletivas para os Jogos Olímpicos Sydney 2000. Ele nunca tinha competido fora do país. E não é que o adolescente conseguiu uma vaga? Na Austrália, ele não ganhou medalha. Mas quantos atletas podem se gabar de ter como estreia internacional uma competição Olímpica e chegar na final? Michael Phelps pode. O nadador americano, dono de 23 medalhas de ouro, estrela a campanha olímpica mais compartilhada do ano. "Rule Yourself", da Under Armour, também, se tornou a quinta campanha olímpica mais compartilhada de todos os tempos. No mundo esportivo de 2016, só perde para a campanha paralímpica "We're Superhumans", do Channel 4. Curioso é que a marca não é uma patrocinadora oficial dos Jogos. Sua rival Nike é quem fornece o material esportivo oficial dos Jogos. Mesmo assim, a campanha da Under Armour, criada pela agência de Nova York Droga5, conquistou o coração dos consumidores fãs do esporte e do evento. Sem citar os Jogos Olímpicos, o vídeo faz o espectador se lembrar da Olimpíada imediatamente. Impossível não associar as duas coisas. A culpa disso, claro, é muito mais de Phelps que da marca: o atleta é o maior símbolo olímpico da atualidade, ao lado de nomes como Usain Bolt e Serena Williams. No YouTube, conta com mais de 10 milhões de visualizações desde março. No festival de Cannes desse ano, ganhou o Film Craft Grand Prix. Ao som da banda The Kills, o vídeo mostra o poder da disciplina, da dedicação e do foco. "O que você faz no escuro é o que coloca você na luz", diz a campanha.
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