segunda-feira, 18 de maio de 2015

Saiba tudo sobre o surfista Filipe Toledo, o grande vencedor do Oi Rio Pro

Quem é Filipe Toledo? Com o surfe em seu DNA, o paulista, que completou 20 anos no dia 16 de abril, respira o esporte desde seu nascimento. Filho do bicampeão brasileiro, Ricardo Toledo, Filipinho frequentava os campeonatos de surfe antes mesmo de dar os primeiros passos. A paixão pelos eventos não tocou o filho mais velho dos Toledos, Matheus, mas pegou de forma certeira Filipe. Além de gostar das competições como o pai, Filipinho também desenvolveu desde muito cedo sua admiração e talento pelos aéreos. Embalado pela conquista da categoria mirim no mundial da ISA, Filipe Toledo optou por se profissionalizar aos 16 anos de idade e a sua estreia aconteceu na prova do Guarujá do extinto circuito "Petrobras de Surfe nas Ondas" de 2011. O fato de competir entre uma nova turma não intimidou o garoto, que estreou entre os profissionais não só com vitória, mas também com uma nota 10 na final. Menos de 1 mês depois, Filipinho foi convidado para participar da categoria Pro Junior do US Open of Surfing, um dos eventos mais badalados dos Estados Unidos. A idéia dos organizadores era dar oportunidade para o garoto ganhar experiência como profissional. Mas isso não foi necessário. Filipe não amarelou e mostrou que o surfe brasileiro também merecia respeito e faturou o título mesmo diante dos queridinhos da mídia americana como Kolohe Andino, John John Florence e Conner Coffin. A entrada para o seleto grupo dos 32 melhores do mundo se concretizou na temporada de 2013. Mais uma vez a estreia num ambiente diferente não foi problema para este competidor nato, que chegou às quartas de final em Bell’s Beach e no Rio de Janeiro e conquistou um inacreditável terceiro lugar nas ondas da França. No ano passado, Filipinho chegou às quartas de final no CT em duas ocasiões, em Portugal e em Pipeline, mas foi em dois eventos da divisão de acesso que sua estrela brilhou mais. O garoto humilde e cheio de personalidade voltou a reinar no US Open of Surfing de Huntington, só que desta vez no evento principal, e também em Maresias, São Paulo. Com surfe de sobra, inclusive na afiada bancada de Pipeline, Filipinho saiu mordido da última etapa do CT em 2014. Completamente a vontade na onda mais famosa do mundo, o garoto sabia que poderia ter ido mais longe. 
 Recuperado do abalo em Pipe e acima de tudo mais confiante do que nunca, Filipinho foi de mansinho soltando seus aéreos na Gold Coast e, quando os gringos deram conta, já era impossível pará-lo. Aqui no Rio não foi muito diferente. A estrela principal da festa era o atual campeão mundial Gabriel Medina, que causava um rebuliço toda vez que tentava se locomover de um lugar para o outro. A multidão não dava sossego e, com a eliminação do fenômeno, a torcida, que muitas vezes se preocupava mais com o autografo, grito e foto do que com o surfe, logo adotou Filipinho. Carismático, autentico e com atitude, Filipinho mostrou para todo mundo, até para os que estavam na praia só para aparecer na Globo, que o surfe é tão animado quanto um jogo de futebol e que cada manobra, cada nota e cada resultado merece ser comemorado como um gol. Para quem quer se impressionar ainda mais com o talento do garoto, segue um vídeo, só com os melhores momentos dele no Rio Pro 2015. O brasileiro Filipe Toledo tornou a festa do Rio Pro ainda mais especial com uma vitória espetacular na quarta etapa do circuito da elite mundial de surfe.
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domingo, 17 de maio de 2015

Filipe Toledo vence Oi Rio Pro com nota 10 em final contra Bede Durbidge na Barra da Tijuca

Com outra atuação espetacular, o brasileiro Filipe Toledo levou a galera ao delírio na final do Oi Rio Pro 2015, etapa do Championship Tour encerrada neste domingo, na Barra da Tijuca (RJ). Em ondas de meio metro e séries pouco maiores, com formação regular, Filipinho não deu chance ao australiano Bede Durbidge. O surf consistente de Bede não foi páreo para o surf moderno de Filipinho, que desequilibrou a batalha com uma nota 10 logo nos primeiros minutos. Para arrancar nota máxima dos juízes, o atleta de Ubatuba acertou um aéreo muito alto com rotação completa no ar, conectou até o inside e finalizou com uma batida na junção, fazendo o grande público vibrar na Barra. O impacto na aterrissagem foi tão forte que a prancha de Filipinho acabou trincando. Mesmo depois de pegar uma nova prancha na areia, o show não parou. O atleta trocou uma nota 6.17 por 8.33, ampliando ainda mais a vantagem sobre Bede, que já estava precisando de uma combinação de notas. O show de Filipe continuou e o atleta trocou sua segunda melhor nota por 8.53. Não satisfeito, no decorrer da batalha ele mandou outro aéreo com rotação completa e finalizou com um aéreo já no inside. Os juízes deram 9.87 ao atleta e o placar ficou ainda mais elástico. Bede fez de tudo para amenizar a situação, mas não foi possível parar a máquina brasileira. Com a vitória, o atleta de Ubatuba encosta no compatriota Adriano de Souza, que ainda lidera o ranking mundial. É a segunda vitória de Filipe no ano. Assim como no Rio, o ubatubense venceu a etapa de abertura, em Gold Coast, Austrália, com uma nota 10 na decisão. Créditos: Waves | Henrique Pinguim
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sábado, 16 de maio de 2015

Surfista Italo Ferreira chega na semifinal do Oi Rio Pro no Rio

Dois brasileiros se enfrentam nas semifinais do Oi Rio Pro 2015, etapa do Championship Tour que acontece na Barra da Tijuca (RJ). Neste sábado, Filipe Toledo bateu o neozelandês Ricardo Christie no primeiro confronto, e em seguida Italo Ferreira levou a melhor no duelo potiguar com o amigo Jadson André. Na abertura das quartas, Filipinho mostrou toda a sua radicalidade para eliminar Ricardo, que derrotou o ubatubense em Margaret River, Austrália, e voltou a aprontar no Rio de Janeiro, onde eliminou Adriano de Souza, líder do ranking mundial. Para espantar a zebra, Filipe abriu a disputa com uma nota 8.33 e ampliou vantagem com 6.67, também de frontside. O neozelandês demorou a entrar em sintonia com as ondas, mas reagiu com 7.50 numa esquerda atacada com uma batida e outra chutando a rabeta na junção. A partir daí, poucas séries entraram no pico e a vitória ficou mesmo com Filipinho, para delírio do grande público na Barra da Tijuca. Em duelo 100% brasileiro, Jadson André e Italo Ferreira deram continuidade às quartas-de-final. O confronto começou morno, mas ganhou emoção com o passar do tempo. Eles se revezaram na liderança e Italo conseguiu a virada depois de pegar uma direita e acertar uma batida girando a rabeta na segunda manobra. O atleta de Baía Formosa já tinha 7.00 pontos na melhor onda e voltou a liderar com 7.33. Autor de 7.87 numa esquerda atacada com muita pressão, Jadson não conseguiu trocar o 5.87 por 6.43 e deu adeus à prova no Rio.
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Filipe Toledo se garante na semifinal do Mundial de Surfe

O paulista Filipe Toledo, 20, eliminou o algoz de Mineirinho, o neozelandês Ricardo Christie, 26, neste sábado (16), e avançou à semifinal da etapa do Rio do Mundial de surfe. Com o apoio do público que lotou a praia da Barra da Tijuca, Filipinho terminou a bateria com 15.00 pontos, contra 11.50 do adversário. Com o triunfo, o paulista se vinga de Christie, tanto por Mineirinho como por ele mesmo, já que o brasileiro foi eliminado pelo neozelandês na segunda rodada da etapa anterior, em Margaret River, na Austrália. Como era de se esperar, Filipinho abusou dos aéreos (quando o surfista salta sobre a onda), até porque o mar oferecia uma boa condição para este tipo de manobra. Logo no início, o paulista já ganhou um 8.33 dos juízes justamente por causa de um aéreo. Em duelo 100% brasileiro, Jadson André e Italo Ferreira deram continuidade às quartas-de-final. O confronto começou morno, mas ganhou emoção com o passar do tempo. Eles se revezaram na liderança e Italo conseguiu a virada depois de pegar uma direita e acertar uma batida girando a rabeta na segunda manobra. O atleta de Baía Formosa já tinha 7.00 pontos na melhor onda e voltou a liderar com 7.33. Autor de 7.87 numa esquerda atacada com muita pressão, Jadson não conseguiu trocar o 5.87 por 6.43 e deu adeus à prova no Rio. Já na metade da bateria, o surfista conseguiu um 6.67 após uma boa sequência de movimentos que terminou, claro, com um aéreo. Christie também tentou este tipo de manobra, mas não obteve sucesso. No fim, até conseguiu um 7.50, mas não era suficiente para bater o brasileiro.
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Assista a "Living For Today", o novo filme de Alejo Muniz, arrepiando nas ondas do Rio de Janeiro

Assista a "Living For Today", o novo filme de Alejo Muniz, arrepiando nas ondas do Rio de Janeiro, com produção de Bruno Tessari
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terça-feira, 12 de maio de 2015

Gabriel Medina vence a primeira bateria no Oi Rio Pro e segue para a próxima fase da competição

Em um bom momento do surfe no Brasil após o título mundial de Medina, a quarta etapa do Championship Tour teve largada na manhã desta terça-feira, no Rio de Janeiro. Entre os melhores do mundo, 12 surfistas brasileiros entram no mar em busca de suas melhores ondas. Motivado, Gabriel Medina já saiu da quarta chamada, sua primeira bateria na etapa, com a melhor nota. Levou 12.33. Na frente de Freddy Patacchia Jr, do Hawaí, com 7.77 e do também brasileiro Alejo Muniz com 4.90 pontos. Com isso, o surfista avança para a próxima fase da competição. O onze vezes campeão mundial Kelly Slater não deixou barato. Saiu na frente disparado na disputa da segunda chamada. Somou 19.27 pontos. Em segundo, o australiano Adrian Buchen com 12.06 e em último, Ricardo Christie, da Nova Zelândia, com 11.76. Ao todo serão 12 baterias disputadas ao longo do dia com expectativa de praia lotada no Postinho da Barra da Tijuca. Baterias 1 Taj Burrow (Aus), Jeremy Flores (Fra) e Brett Simpson (EUA) 2 Kelly Slater (EUA), Adrian Buchan (Aus) e Ricardo Christie (Nzl) 3 John John Florence (Haw), Wiggolly Dantas (Bra) e C.J. Hobgood (EUA) 4 Gabriel Medina (Bra), Freddy Patacchia (Haw) e Alejo Muniz (Bra) 5 Mick Fanning (Aus), Italo Ferreira (Bra) e Alex Ribeiro (Bra) 6 Adriano de Souza (Bra), Kai Otton (Aus) e David do Carmo (Bra) 7 Josh Kerr (Aus), Jadson André (Bra) e Dusty Payne (Haw) 8 Jordy Smith (Afr), Sebastian Zietz (Haw) e Keanu Asing (Haw) 9 Nat Young (EUA), Bede Durbidge (Aus) e Glenn Hall (Irl) 10 Filipe Toledo (Bra), Kolohe Andino (EUA) e Adam Melling (Aus) 11 Julian Wilson (Aus), Miguel Pupo (Bra) e Matt Banting (Aus) 12 Joel Parkinson (Aus), Owen Wright (Aus) e Matt Wilkinson (Aus)
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Atual 12º colocado do ranking do CT, Miguel Pupo chega ao Oi Rio Pro com meta importante

O surfista Miguel Pupo quer voltar ao top 10 do ranking mundial diante da torcida brasileira. Atualmente na posição de número 12, o atleta local de Maresias vem de uma terceira colocação na etapa de estreia da temporada, na Gold Coast australiana, um 25º lugar em Bells Beach e um 13º em Margaret River. Agora, na quarta parada da temporada, Miggy busca um bom resultado nas ondas da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. “Estou confiante em fazer um bom resultado, diante da torcida e da minha família. A onda da Barra é uma onda muito difícil, até nós brasileiros temos dificuldade, uma onda rápida e tubular, dependemos muito de como o fundo vai estar para proporcionar boas condições”. Antes de vir para o Brasil, Pupo parou na Califórnia, onde disputou o Oakley Pro Trestles, etapa do QS (divisão de acesso), competição vencida por ele no ano de 2011. “Usei a etapa do QS em Trestles, local que gosto muito de estar, para treinar algumas manobras e estratégias, o foco é total na divisão principal do surf”, completou. A janela para a realização do Oi Rio Pro, quarta etapa do circuito mundial, abre no dia 11 (próxima segunda-feira) e vai até dia 22 de maio. Miguel Pupo estreia na etapa contra o compatriota Filipe Toledo e o australiano Matt Banting, na décima bateria do primeiro round.
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Musculação em foco: Oito regras para ganhar massa muscular

Os benefícios do ganho de massa muscular vão muito além da estética. O tecido da chamada massa magra apresenta uma atividade metabólica mais acelerada do que a do tecido gorduroso. Portanto, quanto maior o aumento da massa muscular, mais acelerado será o seu metabolismo, o que impacta positivamente todas as funções fisiológicas do organismo: do sono à eliminação de gordura corporal e controle do colesterol. Porém, engana-se quem pensa que a gordura é capaz de se transformar em músculo e vice-versa. Ou seja: emagrecer não implica necessariamente ganho de músculos. "São dois processos diferentes, e os estímulos que levam a cada resultado são distintos", explica o fisiologista da Unifesp Turíbio Leite de Barros. "Queimar calorias exige um aumento do metabolismo de todo o corpo, que usa o seu combustível para remover a gordura estocada. E isso acontece com os exercícios aeróbicos." O processo do corpo que leva ao aumento da massa muscular, por outro lado, acontece dentro das células do músculo. Quando uma pessoa realiza um exercício de força em um determinado grupo muscular, ela ativa enzimas presentes dentro dessas células que são responsáveis pela síntese de proteína. "Com as enzimas trabalhando em ritmo mais acelerado, aumenta-se a velocidade da síntese de proteínas. E essas proteínas são o que chamamos depois de massa muscular", diz Barros. Bom para todos - Segundo o médico, todas as pessoas têm condições de aumentar a massa muscular, mas não na mesma intensidade. "Existem diferenças genéticas que aumentam ou diminuem a propensão a ganhar músculos. A genética de cada um leva a resultados diferentes, mesmo que dois indivíduos sigam o mesmo programa de atividades", diz. Uma maior ou menor propensão a engordar, no entanto, não interfere na capacidade de uma pessoa aumentar sua massa muscular. "Há pessoas com facilidade para emagrecer que, no entanto, têm dificuldades em aumentar os músculos, por exemplo", explica Barros. Para especialistas, uma pessoa que segue as recomendações para ganho de massa muscular apresenta resultados visíveis após, em média, oito a dez semanas. No entanto, alcançar os objetivos não significa que uma pessoa possa deixar de praticar exercícios físicos sem perder o que foi conquistado. "É difícil determinar quando uma pessoa começa a perder massa muscular depois de deixar de se exercitar, mas é muito rápido. Os músculos não se mantêm como estão espontaneamente."
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Adriano de Souza fala sobre o brilhante momento na carreira e a expectativa para o Oi Rio Pro

Líder absoluto do ranking, Adriano de Souza chega embalado depois de uma brilhante temporada na Austrália, onde foi terceiro em Snapper Rocks, vice em Bells Beach e campeão em Margaret River. Nono colocado no Rio de Janeiro em 2014, o brasileiro quer recuperar os excelentes desempenhos na Cidade Maravilhosa. Na Barra da Tijuca, Adriano já levantou a taça em 2011 e foi vice em 2013, perdendo para o sul-africano Jordy Smith na finalíssima. Em entrevista exclusiva ao Waves, o líder do tour fala sobre o show na Austrália e a expectativa para a etapa no Rio de Janeiro. Faltam poucos dias para o início do Oi Rio Pro 2015, etapa brasileira do Championship Tour. Você lutou muito para conseguir um grande resultado em Margaret, mesmo quando a etapa era válida apenas pelo QS. Por que ela mexia tanto contigo? A etapa em Margaret é bem complicada, principalmente no Main Break, porque pode quebrar de 2 a 15 pés, e é uma onda difícil de ser surfada. Ela exige bastante conhecimento e sempre que fui pra lá eu queria me dar bem, pois mexe bastante com o ego do surfista e um bom resultado lá e te dá confiança para o ano inteiro. Sempre foi um lugar que estava no meu objetivo e graças a Deus em 2015 eu consegui a vitória. Você não foi muito bem no round 4. O que aconteceu naquela bateria? A bateria do round 4 o Taj surfou melhor, se posicionou melhor. Eu dei alguns vacilos, mas foi um aprendizado. Deixei o Taj ficar mais embaixo de mim e aí quando as ondas entravam ele se dava bem e eu não conseguia pegar, mesmo com a prioridade. Foi mais o conhecimento local que o Taj tem que fez a diferença ali. Julian também surfou bem e ficou em segundo, acabei ficando em terceiro. Onde estava se sentindo mais à vontade e preferia competir? Em The Box ou no Main Break? Estou muito mais acostumado à onda do Main Break do que The Box, mas nos últimos anos eu investi bastante lá. No ano passado, mesmo no free surf eu caí bastante lá pra sentir a onda. Também competi lá no ano passado, contra o Michel (Bourez), então foi um aprendizado enorme e este ano eu senti que o pessoal tava muito querendo fazer o campeonato só lá, e aí mais uma vez eu me dediquei bastante aos treinos para sentir o maior conforto possível. Fui bem nas baterias que competi lá e ganhei bastante confiança para o resto do campeonato. A vitória contra Slater lhe deu confiança para surfar no Main Break? A bateria contra Kelly foi extremamente difícil, como sempre. Consegui controlar bem a prioridade, consegui pegar as ondas boas e isso foi suficiente para que eu vencesse e seguisse no campeonato. Em Porto Rico, mesmo quando o retrospecto era amplamente favorável a Slater, vocês tiveram um problema e ele chegou a dizer que a forma como você o olhava nas baterias lembrava Andy Irons. Dali em diante, a situação se inverteu e você passou a dominar os confrontos. Acha que o fator psicológico tem influenciado nas baterias com ele e também contra outros adversários como Taj e Josh Kerr? Essa é uma das suas armas? O Kelly sempre tem um poder, ou de levantar o atleta ou de derrubar, inclusive ele há uns dois ou três anos tentou exatamente isso, me derrubar com as suas táticas, demonstrando para o mundo que ele era o coitado, mas ele é muito esperto, é um competidor muito nato, um competidor muito agressivo, e quando ele quer uma coisa ele vai conseguir. Acho que uma grande diferença que tenho é de não desistir de superar nenhum obstáculo, e foi aí que ele sentiu que eu poderia ser uma grande ameaça para ele nos campeonatos. Em Porto Rico (2010) ele surfou de forma incrível, ganhou as duas baterias para mim, mas a partir dali eu ganhei mais força e venci a maioria dos confrontos. Você acha que foi injustiçado na final em Bells? Revendo as ondas, acha que faltou algum detalhe pra vencer ou voce fez o que podia e a decisão ficou nas mãos dos juízes? Não achei que fui injustiçado em Bells. Os juízes mandaram muito bem não só na final, como no campeonato inteiro. É exatamente em baterias como essa que eu cresço, me fortaleço, e graças a Deus fiz uma boa temporada na Austrália. Tivemos a presença de brasileiros nas quatro últimas finais do tour. Foram duas vitórias incontestáveis e duas derrotas polêmicas (Medina em Pipe e você em Bells). Como tem sido a reação dos atletas e mídia estrangeira a esse momento incrível dos brasileiros? Sente algum incômodo ou finalmente eles deram o braço a torcer e reconhecem a nossa força? Não sinto nenhum desconforto ou algo do tipo em relação à galera que está mandando bem nos campeonatos. É uma fase que há muito tempo eu gostaria de ver. Assim como no ano passado, a molecada está arrebentando e fico feliz por fazer parte dessa geração que está se destacando pelo mundo. Espero conquistar o meu maior sonho em breve. Você já está acostumado à pressão da torcida brasileira. Já fez finais com praia da Vila e da Barra lotada, inclusive já saiu vitorioso. Pelo momento que o surf brasileiro atravessa, devemos ter um público nunca visto antes no Brasil. Como está a sua expectativa para isso? Vai ser difícil andar pelas ruas desta vez, hein? No Brasil há sempre uma pressão, mas sempre tento usar o lado bom, que é a energia da galera torcendo, vibrando na areia da praia. É um campeonato em que a gente tem que se fortalecer, pois somos bem acostumados às condições e é uma grande vantagem que nós temos. Tento usar essas boas coisas a meu favor e espero fazer um grande campeonato neste ano de 2015 para dar continuidade ao desempenho que venho tendo desde a Austrália.
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Kelly Slater dá show na primeira fase do Oi Rio Pro

Com uma atuação incrível, o norte-americano Kelly Slater deitou e rolou nas ondas da Barra da Tijuca (RJ) na manhã desta terça-feira. Em bateria válida pela primeira fase do Oi Rio Pro 2015, Slater deu um show nos cilindros de até 1,5 metro, registrando 19.27 pontos em 20 possíveis. Para dominar a disputa, ele imprimiu um ritmo eletrizante na água e comandou as ações do início ao fim, sempre mostrando muita técnica nos tubos de frontside e também de backside. Logo na primeira onda, Slater descolou 7.33 em uma esquerda finalizada com um floater. No decorrer do confronto, ele encontrou dois belíssimos canudos para a direita e passeou em grande estilo pelos salões, arrancando 9.50 e 9.77 dos juízes. No fim da bateria, voltou a entubar de backside e recebeu 8.07, nota descartada pelo atleta. O australiano Adrian Buchan totalizou 12.06 pontos e amargou o segundo lugar, seguido pelo neozelandês Ricardo Christie, autor de 11.76.
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Adriano de Souza, Gabriel Medina, Jadson André, Italo Ferreira e Wiggolly Dantas avançam no Oi Rio Pro

Depois do show de Kelly Slater na primeira fase do Oi Rio Pro 2015, os brasileiros Wiggolly Dantas, Italo Ferreira, Gabriel Medina, Adriano de Souza e Jadson André levaram a galera ao delírio no Postinho da Barra da Tijuca (RJ). Guigui foi o primeiro brazuca a entrar em ação e mandou muito bem nos tubos, somando 7.47 e 8.50 na vitória contra o havaiano John John Florence e o californiano C.J. Hobgood. Em seguida, o campeão mundial Gabriel Medina teve dificuldade para encontrar boas ondas, mas mandou bem nos tubos para a esquerda e obteve 5.33 e 7.00 para superar o havaiano Freddy Patacchia e o brasileiro Alejo Muniz, substituto do taitiano Michel Bourez. Freddy também completou um bom cilindro e recebeu 6.00 pontos, passando a precisar de 6.34 para vencer Medina. Porém, o havaiano não conseguiu outra nota expressiva e sequer descartou a nota 1.77 que somou na primeira onda. No quinto duelo, o potiguar Italo Ferreira não deu mole e partiu pra cima do australiano Mick Fanning e do compatriota Alex Ribeiro, convidado por ser o melhor atleta fora da elite mundial no ranking do Qualifying Series. Italo descolou 7.00 e 7.07, deixando Mick a 8.57 da vitória e Alex precisando de uma combinação no total de 14.08. Atual líder do ranking mundial, o brasileiro Adriano de Souza sobrou na sexta bateria. Bem encaixado nas manobras e também nos tubos, Adriano imprimiu um forte ritmo na água e dominou a disputa com uma belíssima atuação. Depois de abrir com 8.17 numa esquerda atacada com uma rasgada e um floater cascudo na junção, Adriano não perdeu a intensidade e ampliou vantagem com 8.10. Sua melhor onda veio nos minutos finais. Um tubo sinistro para a direita completado com maestria rendeu 9.73 ao atleta, que chegou a receber 10 de um dos juízes. Autor de um canudo para a esquerda na primeira onda avaliado em 8.77, o australiano Kai Otton teve dificuldade para acompanhar o ritmo de Adriano e terminou em segundo, à frente ainda do convidado David do Carmo, que teve apenas 3.00 e 2.67. A sequência de vitórias brasileiras teve continuidade com Jadson André. O potiguar entrou com tudo na água e deixou o australiano Josh Kerr e o havaiano Dusty Payne correndo atrás do prejuízo. Depois de sair na frente com 6.00, Jadson ampliou vantagem com 6.27 e trocou sua segunda melhor nota por 7.77 na última onda. Os brasileiros voltam ao outside com Filipe Toledo na décima bateria e Miguel Pupo no 11o confronto.
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Tops da elite mundial já estão no Brasil para disputar o título do Oi Rio Pro

Os melhores surfistas do mundo já estão no Brasil para disputar o título do Oi Rio Pro a partir desta segunda-feira no Postinho da Barra da Tijuca e o primeiro dia é imperdível, pois todos competem na rodada de apresentação da nova etapa brasileira do Samsung Galaxy World Surf League Championship Tour no Rio de Janeiro. As previsões indicam que a semana começa com boas ondas na Cidade Maravilhosa e a comissão técnica se reúne nas primeiras da manhã para analisar o mar e decidir se a competição inicia na segunda-feira pela categoria masculina ou feminina, ou se será adiada para aguardar por melhores ondas, pois o prazo vai até o dia 22 na capital carioca. O desfile das grandes estrelas do Oi Rio Pro começa logo na segunda bateria do dia com Kelly Slater. Na quarta, Gabriel Medina estreia no Brasil depois do título mundial conquistado no Havaí. Na seguinte entra o tricampeão Mick Fanning e na sexta o atual líder do ranking, Adriano de Souza, com o número 3, Filipe Toledo, no décimo dos doze confrontos da primeira fase. Havendo competição ou não, os quatro e a havaiana Carissa Moore e a cearense Silvana Lima, estarão atendendo aos jornalistas na coletiva de imprensa do Oi Rio Pro, às 17h00 no Royalty Hotel Barra, na Avenida do Pepê, 690, próximo a arena do evento no Postinho da Barra da Tijuca. A chamada da segunda-feira é para as duas categorias. Se a comissão técnica escolher começar o dia pela masculina, a primeira bateria do Oi Rio Pro será entre o australiano Taj Burrow, o francês Jeremy Flores e o norte-americano Brett Simpson. Se a etapa brasileira da World Surf League for iniciada pelas meninas, entrarão no mar a norte-americana Lakey Peterson, a sul-africana Bianca Buitendag e a havaiana Alessa Quizon. A seleção brasileira do CT estará reforçada no Rio de Janeiro por Alejo Muniz na vaga do contundido Michel Bourez e David do Carmo e Luana Coutinho como convidados da quarta etapa do Samsung Galaxy World Surf League Championship Tour no Rio de Janeiro. O catarinense Alejo Muniz saiu da elite dos top-34 no ano passado e vai substituir o defensor do título de campeão nas ondas da Barra da Tijuca, Michel Bourez. Ele foi escalado na quarta bateria, encabeçada pelo campeão mundial Gabriel Medina. O havaiano Fredrick Patacchia é o terceiro concorrente por esta vaga direta para a terceira fase do Oi Rio Pro. Outros dois brasileiros vão competir juntos na quinta ou na sexta bateria, a que for completada pelo paulista David do Carmo. Se ele for para a quinta, vai enfrentar Mick Fanning e o potiguar Italo Ferreira. Na sexta, terá que encarar o líder do ranking, Adriano de Souza, e outro australiano, Kai Otton. Os demais brasileiros vão estrear no Oi Rio Pro em baterias com dois surfistas de outros países. O primeiro a entrar no mar é o paulista Wiggolly Dantas no terceiro confronto do dia, do havaiano John John Florence e do campeão mundial C. J. Hobgood, logo após a primeira apresentação de Kelly Slater na Barra da Tijuca, contra o australiano Adrian Buchan e o neozelandês Ricardo Christie. Logo após Adriano de Souza fazer sua primeira defesa da liderança do ranking, o potiguar Jadson André entra na sétima bateria com o australiano Josh Kerr e o havaiano Dusty Payne. Depois de dois confrontos só envolvendo estrangeiros, certamente a praia continuará lotada para assistir a sensação Filipe Toledo, vencedor da primeira etapa do ano na Gold Coast, na décima bateria com o norte-americano Kolohe Andino e o australiano Adam Melling. E na seguinte, Miguel Pupo fecha a participação brasileira na primeira fase contra os australianos Julian Wilson e Matt Banting. Nesta rodada de apresentação dos melhores surfistas do mundo no Oi Rio Pro, ninguém é eliminado. O vencedor de cada bateria avança direto para a terceira fase, mas os perdedores têm uma nova chance de classificação na segunda fase. LÍDERES NA ESTREIA - Entre as meninas, as brasileiras estreiam nas baterias encabeçadas pelas líderes do ranking. A grande atração é a havaiana Carissa Moore, que foi finalista nas três etapas que abriram a temporada 2015 do Samsung Galaxy World Surf League Championship Tour na Austrália. Ela ganhou as duas primeiras na Gold Coast e Bells Beach e só perdeu a invencibilidade para a norte-americana Courtney Conlogue em Margaret River. A bateria da líder do ranking foi completada pela brasileira Luana Coutinho e a cearense Silvana Lima entra duas depois, da vice-líder Courtney Conlogue e a também americana Sage Erickson.
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